sexta-feira, 26 de junho de 2015

Carteira do Sardinha Atualizada

Composição atual do Sardine's Investment Fund (Fundo Verde é pra fraco).
Fundo sem taxa de administração, gestão transparente e cotistas plenamente satisfeitos. rs
Infelizmente é fechado ao público.







Sempre tentando estabelecer um equilíbrio entre todas as categorias, evitando que um setor nunca sobressaia sobre outro e atinja uma proibição de aportes. Com a recente alta dos FIIs (e que altas!) voltaram os aportes nas ações, até recentemente esse ciclo estava invertido.

















Ações






Algumas empresas com uma dificuldade maior que a outra devido ao atual momento econômico, mas no geral são todas grandes em seus setores e já enfrentaram todo tipo de adversidade. Algumas como CCR, Eternit e Marcopolo estão comigo há anos e não pretendo desfazer de nenhuma delas.





















Empresas diversificada entre vários segmentos. Crescimento e dividendo, cada qual com sua função. Consumo cíclico e não cíclico, financeiro, construção, transporte, bens industriais e utilidade pública convivem de forma harmônica.














Fundos Imobiliários





Todos são ótimos fundos, e como foram comprados de forma agressiva num momento de extrema baixa, a maioria vem entregando rendimentos acima de 1% a.m. Com os semestrais de FIIP e RBRD, no consolidado anual beira 13%, mas é claro que com novos aportes nesse ciclo de alta esse número tende a cair.










No gráfico, lajes corporativas (TRIPLE A) são ligeira maioria, mas na pratica são varejo e logística através dos simétricos FIIP e RBRD e parte do KNRI e HGRE quem lidera o segmento. São ótimos imóveis, ótimos inquilinos, contratos longos e baixa vacância. Como regra de gestão, fundos de papel e fundos de fundo não entram.










Títulos Privados - LCI/LCA










                                                   Confesso que até um passado recente nunca havia ouvido falar e não sabia sequer da existência desses micro-bancos, mas em conversa com a corretora (ai ai ai) foi me passado que são bancos que concentram suas operações em pessoas jurídicas, por isso são desconhecidos da grande maioria, e que antes de terem seus produtos ofertados, passam por uma análise minuciosa da corretora, onde são averiguados os últimos balanços. Hesitei e quase desisti, mas as taxas atrativas da época e principalmente o respaldo do FGC me convenceram do contrario.







LCI  Tricury  taxa 100% do CDI venc 02/2016
LCA Fibra     taxa   99% do CDI venc 02/2016
LCI  Máxima taxa   99% do CDI venc 04/2016









LC / Letra de Crédito


Essa é outra que se não fosse o FGC eu passaria longe. Financeiras carregam um risco muito superior a qualquer banco pequeno, e como compensação o premio risco/retorno aumenta, mas interessante nessas LCs é que possuem liquidez diária.
LC Agiplan taxa 104% do CDI venc 04/2017





Agora é focar nos aportes e torcer para o FGC não ser acionado. rs
Abraço à todos.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Burocracia

"Como R$200,00 reais quase quebraram minha empresa"
Desabafo de Caio Bonato, fundador da Tecverde, sobre a burocracia no Brasil.



Quando fui convidado para escrever um artigo sobre a burocracia no Brasil, a primeira imagem que me veio à cabeça foi do Mark Zuckerberg na fila de um cartório. Confesso que ri. Ri para não chorar.

Há poucos meses, nossa empresa conseguiu o feito hercúleo de ser aprovada para receber um financiamento atrelado à inovação. E vou abrir um parêntese aqui para explicar porque foi tão difícil: provar que o negócio era inovador e o projeto de alto impacto foi o menor dos desafios. Aliás, a maior preocupação não estava aqui, e sim nas garantias, na documentação dos proprietários das garantias, na documentação dos sócios da empresa proprietária das garantias, e fiquei pasmo quando chegou ao nível de documentação dos cônjuges dos sócios da empresa proprietária das garantias para um financiamento que estava sendo tomado por nós. Assinaturas e mais assinaturas, registros em cartórios no Paraná, Santa Catarina e São Paulo, por conta de onde os sócios se encontravam.

E sem falar nas certidões... Aqui a história entra em seu clímax. Nem preciso dizer que aqui foi onde os burocratas conseguiram seus maiores feitos, certo? Aqui eles usaram toda criatividade e dedicação para deixar a coisa o pior possível. Tornaram o processo tão amarrado e ineficiente quanto ninguém poderia imaginar. É certidão para tudo que você faz na vida. O processo com as certidões para esse financiamento me deixaram sequelas: a Síndrome do Pânico das Certidões. Os sintomas são: palpitação nas pálpebras, formigamento nos lábios, dor no pescoço, arritmia cardíaca, perda de apetite. Conhecem o jogo do “Vence, Vence”? É aquele jogo que você tira a certidão negativa e alguma outra vence (expira); quando você tira esta, alguma outra vence. O desafio é ter todas na validade ao mesmo tempo. É um jogo tão demorado quanto o Quadribol (dos livros do Harry Potter) pode demorar. Só em fantasia para se criar um negócio desses.

No nosso caso, uma das centenas de certidões não estava dando negativa – ou seja, estava barrando o empréstimo. E quando fomos tentar entender o porquê, o sistema da Receita estava fora de ar. Durante uma semana, fomos todos os dias e não conseguimos respostas. No décimo dia, alguém conseguiu verificar que a receita havia processado erroneamente uma informação e que precisaria corrigi-la. Eram R$200,00 que constavam como não pagos, mas que já haviam sido quitados por nós. Mas não importava. Eles sabiam disso, mas precisavam de outros papeis, precisavam seguir o protocolo. Porém, havia um grande porém: o sistema estava fora de ar.

Nosso financiamento estava travado por conta disso. E por conta de todo o restante da burocracia o processo de obtenção do financiamento já estava em seu quarto mês. O sistema ficou fora de ar por 15 dias, aproximadamente. Demoraram mais uma semana para processar a informação. E finalmente conseguimos a certidão. Aí, o processo já estava quase em seu quinto mês. Haviam nos passado um prazo máximo de 60 dias para obtenção do crédito. Nós nos planejamos para termos até dois meses de atraso. Mas estava demorando muito mais do que isso. As contas começavam a chegar, porque havíamos dado continuidade aos investimentos, acreditando que o financiamento entraria logo.

De repente, nosso foco estava todo na luta para sobreviver. Uma luta diária para levantar caixa, conseguir outras linhas de giro, etc. O foco, que deveria estar no projeto, na inovação, estava na sobrevivência pelo caixa, por conta de uma Certidão Negativa de Crédito (CND) que ficou travada por R$200,00. E quando achávamos que o dinheiro entraria... Opa! Espera lá! Temos que averbar o contrato e as garantias em cartório!! Demora 30 dias!!!! Imaginei novamente o Mark Zuckerberg na fila do cartório e esperando 30 dias para poder lançar o Facebook em outra Universidade americana, em seus primeiros meses de existência.

Isso é só uma amostra do que existe por ai, e existem situações muito piores do que a nossa. Milhares de pequenas e médias empresas já passaram ou estão passando por isso.

Um dos valores de nosso negócio é: acredito fielmente que nada é impossível!

Às vezes acho que os burocratas descobriram esse valor e tentam fazer de tudo para que o mudemos para: acredito que nada é impossível, desde que eu vença a burocracia primeiro.

Como podemos esperar viver em um mercado menos burocrático e mais eficiente sendo que nem o Estado está preocupado com sua eficiência? Essa é minha maior dúvida. Que esperança podemos ter por eficiência enquanto o Estado não estiver lutando para ser mais eficiente?

E o pior é que a burocracia se estende para nosso sistema de educação, saúde, serviços básicos (água, luz, telefone, internet). Ao invés de nosso Estado ser exemplo em meritocracia, em resultados, em empreendedorismo, se tem justamente o contrário.

Sonho com o dia que a burocracia e os tributos não forem mais nossos maiores desafios para empreender. Nesse dia me sentirei livre de verdade para empreender e enfrentar os desafios que os grandes empreendedores devem enfrentar com 100% de seu foco: concorrência, inovação, gestão, formação de talentos.

Ah! E só para concluir: já experimentaram lançar um produto bem inovador? É até engraçado. O sistema tributário é tão falho que há 99% de probabilidade de não existir um imposto correto para ele. Aí, ou você opera no risco, ou espera meses até conseguir criar um tributo correto para seu produto... E vamos à luta! Amanhã tenho mais uma certidão para tirar.

domingo, 4 de janeiro de 2015

Finlândia e as 7 lições de combate a corrupção




A Finlândia é reconhecida por todos como o país com a menor taxa de corrupção. Parece até difícil, visto que a corrupção é algo difícil de se combater. No país, os princípios morais imperam e para facilitar a transparência, existem um conjunto de princípios com o objetivo de evitar o abuso de poder, que são comuns na cultura brasileira.

Conheça os 7 métodos de combate a corrupção executados na Finlândia:

1. Rigidez nas compras da Administração Pública
Na Finlândia qualquer compra realizada pelos governos são feitas sem superfaturamento do produto. São utilizados os mesmos preços de mercado  e além disso, três ofertas de fornecedores diferentes, são analisadas para que a mais barata possa ser escolhida. No Brasil, como sabemos acontece o contrário.

2. Transparência Total do Governo
Qualquer ação feita por servidores públicos deve ser informada aos cidadãos. A única exceção é com relação aos servidores da segurança pública.

3.  Transparência Total dos Cidadãos
Os finlandeses  também podem “fiscalizar” uns aos outros. Qualquer cidadão pode saber quais são os rendimentos declarados de todos os residentes no país, não importa se a pessoa é pobre ou se a pessoa é o artista de maior sucesso da nação.

4. Não existem prefeitos
Isso mesmo. Os municípios são de responsabilidade dos “City Managers”. Eles são servidores com experiência em administração pública. Os eleitores se, por acaso, se sentirem insatisfeitos com o administrador municipal, podem demiti-lo. Nesse caso ele seria substituído pelo Conselho municipal que é eleito pela população.

5. Nada de cargos por “indicação”
No país os secretários de Estado e cargos de segundo escalão são ocupados por servidores públicos que conseguem o cargo através de progressão na carreira. Algumas exceções foram feitas em 2005 mas ainda a maioria desses cargos segue esse modelo de eleição.

6. Distribuição de Poder
No país, para se ter ideia, o conselho de ministros tem maior capacidade de poder que o Presidente da República. O poder não fica retido em pequenos grupos de pessoas.

7. Penalidades extremas aos culpados
As leis na Finlândia seguem um certo “princípio de proporcionalidade”. Quanto pior a infração, pior a penalidade.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Troféu jóinha aos dilmistas e socorro a Petro

Antes da eleição...



Toma dilmistas, e isso não é nada, vem muita coisa pior por aí...

Mas essa contenção de R$ 18 BI vai ser usada onde?
Segurança, educação, saúde? Boa idéia, a situação da Santa Casa beira o colapso...
Mas não, no apagar das luzes de 2014 eis que surge:

Governo libera R$ 18 bilhões para a Petrobras
Estatal foi maior beneficiada por medida editada no último dia do ano

Sim, somos nós que socorreremos o rombo causado pela corja petista!

Que Deus nos proteja em 2015, 2016, 2017, 2018
ou o tempo que durar essa maldição chamada PT.

domingo, 30 de novembro de 2014

Os melhores e piores investimentos de novembro

Os títulos públicos continuaram a liderar o ranking de investimentos no mês de novembro, e ocuparam as quatro primeiras posições da lista, beneficiados pelo aumento de 0,25 ponto porcentual da taxa básica de juros (Selic), para 11,25%, no final de outubro.

As Notas do Tesouro Nacional (NTNs) figuraram entre as aplicações com maior rentabilidade. A mais rentável foi a NTN-B Principal com vencimento em 2035, que registrou alta de 8,07% no mês, seguida pela NTN-B com vencimento em 2050, que rendeu 6,89% no período.

AplicaçãoDesempenho em novembroDesempenho no ano
NTN-B Principal (vencimento em 15/05/2035)*8,07%28,76%
NTN-B (vencimento em 15/08/2050)*6,89%22,71%
NTN-B (vencimento em 15/05/2035)*4,33%20,48%
NTN-F (vencimento em 01/01/2025)*4,20%----
Ouro3,21%6,96%
Dólar2,55%7,00%
Fundos Multimercado Macro*1,83%7,09%
Fundos de ações Ibovespa Ativo*1,80%1,43%
Fundos de ações livre*1,74%3,93%
LTN (vencimento em 01/01/2018)*1,64%----
Fundos de ações dividendos*1,50%5,49%
Fundos Multimercado Multiestratégia*1,48%9,14%
NTN-F (vencimento em 01/01/2017)*0,97%11,52%
LFT (vencimento em 07/03/2015)*0,97%9,82%
Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX)0,97%-0,94%
LTN (vencimento em 01/01/2015)*0,91%9,66%
LFT (vencimento em 07/03/2017)*0,90%9,70%
NTN-B (vencimento em 15/05/2015)*0,88%10,70%
NTN-B Principal (vencimento em 15/05/2015)*0,88%10,75%
IGP-M (estimativa do Banco Central)**0,85%2,90%
Selic*0,84%9,84%
Fundos de Renda Fixa*0,84%10,45%
CDI*0,79%9,71%
Fundos Multimercados Juros e Moedas*0,75%9,42%
Fundos referenciados DI*0,72%9,79%
IPCA (estimativa do Banco Central)**0,57%5,65%
Poupança antiga*0,55%5,85%
Poupança nova*0,55%5,85%
Ibovespa0,07%6,13%
Fundos de ações Small Caps*-1,18%-5,85%

Fontes: Banco Central, BM&FBovespa, Tesouro Nacional e Anbima.

(*) O desempenho mensal se refere aos últimos 30 dias até a data de fechamento.
(**) Expectativa de inflação para o mês de novembro e para o acumulado em 2014 até novembro, segundo o Banco Central.

À exceção dos fundos de investimento imobiliário, os resultados dos rendimentos de todos os fundos da tabela foram fechados no dia 28 de novembro.

As expectativas sobre o IGP-M e o IPCA foram fechadas no dia 26. Os dados sobre a poupança nova e antiga, taxa Selic, CDI, ouro e dólar foram fechados no dia 27. Já as rentabilidades do Ibovespa, IFIX e títulos públicos se referem ao fechamento do dia 28.

A poupança foi o investimento de renda fixa menos rentável no mês. Apesar de isenta de imposto de renda, a remuneração da poupança é desvantajosa porque, enquanto títulos de renda fixa acompanham a alta da taxa básica de juros (Selic), a caderneta continua rendendo 0,5% mais a TR desde o momento em que a Selic passou dos 8,5% ao ano.

Fonte:Exame.com

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

BVM&F e a nova política tarifária



A BM&FBovespa divulgou hoje uma nova política tarifária que estabelece cobrança de quem tem conta ou ações em custódia, mas não fizer negócios em dois anos. A cobrança começará em 1º de abril do ano que vem sobre as contas de custódia dos investidores sem movimentação nos últimos 24 meses. Mesmo quem não tiver ações em  custódia, mas tiver a conta na corretora, pagará a tarifa. A cobrança será de R$ 6,00 por mês.
Hoje, os investidores precisam atualizar seus cadastros nas corretoras a cada dois anos. Se não atualizam, passam a ser considerados inativos, mas não pagam tarifas. Agora vão passar a pagar. O mesmo deve valer para quem tem conta do Tesouro Direto e não fizer novas compras ou resgates.
Já as contas com movimentação também pagarão, de acordo com o valor em custódia. Contas com menos de R$ 5 mil investidos pagarão R$ 6,90 por mês e, acima desse valor, R$ 7,30 mensais. Hoje, não há cobrança pela manutenção das contas, apenas a custódia.
Investidores estrangeiros pagarão R$ 50 por mês a partir de abril de 2015 e R$ 100 a partir de janeiro de 2016. E a bolsa cobrará ainda R$ 2 mil para os programas de Depositary Receipt (BDR).
Todos os serviços serão corrigidos pelo IPCA a partir do ano que vem.
Para a Empíricus, as medidas representam um incentivo para o investidor “girar ao menos uma vez ou outra” sua carteira, “ainda que isso não seja necessariamente um incentivo para se investir em ações”, destaca.
Taxa de transferência
Além da cobrança das contas inativas, a BM&FBovespa criou uma taxa de transferência de custódia de 0,0067%, para combater uma eventual concorrência. Para a Empiricus, essa tarifa não muda nada para os negócios realizados dentro da bolsa, pois esse custo já está implícito na taxa de liquidação. “Mas é novidade para as operações realizadas fora do ambiente da bolsa (já pensando em concorrência para a depositária).
O mercado espera a criação de uma bolsa e uma clearing nos próximos meses.
A bolsa anunciou recentemente que vai cobrar também pelo envio do extrato em papel para os investidores, que terão a opção de receber os dados por e-mail e SMS.
Procurada, a BM&FBovespa não comentou as novas cobranças.

Fonte:Exame.com

Uma vergonha, depois não sabem porque os CPFs que operam caem a cada ano.
Que falta faz a concorrência...

sábado, 1 de novembro de 2014

Os melhores e os piores investimentos de outubro


As Notas do Tesouro Nacional (NTNs) figuram entre as quatro aplicações com maior rentabilidade. A mais rentável foi a NTN-B Principal com vencimento em 2035, que registrou alta de 3,34% no mês, seguida pela NTN- F com vencimento em 2025, que rendeu 2,19% no mês.

AplicaçãoDesempenho em outubroDesempenho no ano
NTN-B Principal (vencimento em 15/05/2035)*3,34%19,55%
NTN-F (vencimento em 01/01/2025)*2,19%-
NTN-B (vencimento em 15/08/2050)*2,16%15,79%
NTN-B (vencimento em 15/05/2035)*1,95%15,26%
LTN (vencimento em 01/01/2018)*1,37%-
NTN-F (vencimento em 01/01/2017)*1,22%10,22%
LFT (vencimento em 07/03/2015)*0,95%8,9%
Selic*0,949%8,92%
Ibovespa0,94%6,05%
Fundos referenciados DI*0,92%8,87%
LTN (vencimento em 01/01/2015)*0,91%8,75%
CDI*0,90%8,80%
LFT (vencimento em 07/03/2017)*0,88%8,79%
Fundos de Renda Fixa*0,86%9,40%
Fundos Multimercados Juros e Moedas*0,82%8,49%
NTN-B (vencimento em 15/05/2015)*0,63%9,69%
NTN-B Principal (vencimento em 15/05/2015)*0,62%9,72%
Poupança antiga*0,55%5,78%
Poupança nova*0,55%5,78%
IPCA (estimativa do Banco Central)**0,49%5,12%
IGP-M (estimativa do Banco Central)**0,19%1,94%
Fundos Multimercado Multiestratégia*0,15%7,34%
Fundos Multimercado Macro*0,04%5,18%
Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX)-1,36%-0,36%
Dólar-1,60%2,96%
Ouro-2,11%2,76%
Fundos de ações dividendos*-2,99%-6,03%
Fundos de ações livre*-5,09%1,55%
Fundos de ações Small Caps*-5,17%-8,22%
Fundos de ações Ibovespa Ativo*-6,25%-3,41%


Fontes: Banco Central, BM&FBovespa, Tesouro Nacional e Anbima

(*) O desempenho mensal se refere aos últimos 30 dias até a data de fechamento.
(**) Expectativa de inflação para o mês de outubro e para o acumulado em 2014 até outubro, segundo o Banco Central.

À exceção dos fundos de investimento imobiliário, os resultados dos rendimentos de todos os fundos da tabela foram fechados no dia 28 de outubro.

As expectativas sobre o IGP-M e o IPCA foram fechadas no dia 29. Os dados sobre a poupança nova e antiga, taxa Selic, CDI, ouro e dólar foram fechados no dia 30. Já as rentabilidades do Ibovespa, IFIX e títulos públicos se referem ao fechamento do dia 31.